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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Reajuste na Unitau

Enviado por: Rauston Wilker Naves e Fausta
Atenção pessoal não podemos nos calar diante desta situação...Convido todos a particparem consco hoje de uma reunião para tratar sobre esse aumento abusivo! Local: Av. do Povo após a última aula, ou seja às 22:00h.
Estudantes protestam contra reajuste na Unitau
Movimento é contra o aumento de 8,5% previsto para 2011; Unitau disse que permanece aberta ao diálogo

Simone Gonçalves
Taubaté
Estudantes de quatro cursos da Unitau (Universidade de Taubaté) realizaram ontem um protesto na porta do departamento de Letras, no centro da cidade, contra o reajuste de 8,5% nas mensalidades de 2011.

Cerca de 200 alunos dos cursos de História, Geografia, Letras e Serviço Social ficaram das 19h40 às 20h30 na rua Visconde do Rio Branco realizando apitaço. Com narizes de palhaço, os estudantes fizeram ‘gritos de guerra’ contra o aumento, acordado no último dia 28. A Polícia Militar foi acionada para coordenar o tráfego de veículos no local durante a manifestação.
A definição do reajuste foi feita no dia 28 em uma reunião entre o reitor José Rui Camargo, pró-reitores, representantes de DAs (Diretório Acadêmico) e do DCE (Diretório Central dos Estudantes). A proposta inicial da Unitau era de 14,28% de aumento. Os estudantes queriam 5,5%, referente ao valor da inflação no ano.
Por fim, ficou acertado o reajuste de 8,5%, com o compromisso da instituição de implantar benefícios como a criação de um seguro para os estudantes a ser utilizado pelos alunos em caso de perda de emprego ou morte da pessoa responsável pelo custeio do curso.
Para os integrantes do protesto, contudo, o aumento deveria ter sido barrado. “Faltou luta, os alunos poderiam tentar evitar qualquer aumento nas mensalidades”, disse o conselheiro do DA da Geografia, Gabriel Noronha Campos Caridade.
Para ele, não houve ampla divulgação da reunião realizada com o reitor, o que inviabilizou a participação dos representantes dos quatro cursos no encontro.
Os alunos também começaram ontem um abaixo-assinado contra o aumento. O documento deverá ser levado a outros departamento para coleta de assinaturas. “Eles deveriam abaixar o preço e não aumentar”, disse Fernanda Fonseca, aluna do 3º ano de Letras.
Outro lado. O presidente do DCE, Douglas Carbone, defendeu que houve divulgação da reunião. “Panfletamos uma semana antes sobre o reajuste e avisamos os representantes que haveria a reunião, foi falta de responsabilidade deles não comparecerem para discutir.”
A Unitau informou, por meio de nota, que o reajuste de 8,5% foi definido com os alunos, que participaram da definição do valor. “Ficou decidido que o valor será totalmente aplicado em melhorias e reivindicações promovidas pelos próprios estudantes, como a concessão de abono para funcionários e professores”, traz o texto.
A instituição, que já homologou o reajuste, informou ainda que permanece aberta ao diálogo com os alunos para esclarecimento do reajuste.
Impacto. Hoje, as mensalidades mais baratas (graduação) são para os cursos de letras e pedagogia, que saem por R$ 529,50 (licenciatura matutino). Com o novo valor, passarão a custar R$ 574,50. O curso mais caro é medicina, cuja mensalidade de R$ 2.644 passará para R$ 2.868,74. A Unitau tem 15 mil estudantes.
Fonte: O Vale

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