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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Toda ação tem uma reação I


Imagine um individuo novato(a) que acabou de se eleger para um mandato inicialmente fracassado, decepcionou todos os que nele votou, mas que por ser extremamente egocêntrico, autoritário e possessivo, tendo passado o ultimo ano com os Holofotes em sua direção, por bons e maus motivos, no que para ele era um bom momento, não significa que seria bom para os que com ele trabalha, muito menos para os que o elegeu, com o passar do tempo foi perdendo a noção de certo e errado, e a principio este dava as ordens porque sentia a necessidade de mandar pois “no seu modo de pensar”, ele se elegeu realmente porque é melhor que outros, ainda que dando as ordens para pessoas com capacidade muito superior a sua, como é o caso de muitos funcionários públicos. Que não bastasse a experiência adquirida com o tempo de serviço, muitos continuam estudando e enriquecendo seus currículos e o que o diferencia de um cargo de chefia para outros é apenas o cartucho, pois como já falei no texto “Toda ação tem uma reação”, muitos empregaram família inteira e exigiram cargos de chefia para quase todos, mesmo sabendo que muitos ali nunca vão ter condições de chefiar nem mesmo suas próprias vidas.
Isto, quando este político eleito, não exige uma parte do salário do próprio parente ao qual providenciou o cargo. Por exemplo: “se o salário era de R$ 3000.00, o político dá o que ele julga satisfatório para o parente R$ 700.00 e coloca a diferença do dinheiro no bolso, pois em seu modo de ver as situações, o parente tava desempregado mesmo, R$ 700.00 tá mais que bom! No mais a diferença dá prá pagar o carro zero km que comprou, ou mesmo outros tipos de gastos pessoais dele, e se quiser!, Pois a final de contas; foi ele que ganhou a eleição; foi ele que teve uma infância pobre; foi ele que sofreu boa parte da vida; portanto ele esta fazendo um grande favor a família”. (Como se alguém tivesse culpa por ele ter passado por tudo isto em sua vida!) Se esquecendo com tudo, que isto também se chama Nepotismo.
E quando as coisas vão mal para este político, os culpados serem sempre os que estão mais próximos, nunca ele mesmo que esta apenas colhendo o que plantou.
Pois este infeliz já perdeu a humildade que tinha à muito tempo, mas ele mesmo não percebeu isso ainda, mesmo porque na cabeça desta pessoa infeliz, “humildade é coisa de pobre e ele é o cara!” Ele é vereador, ou Chefe de algum setor, Secretário, Adjunto, Assessor, Prefeito (a), ou qualquer coisa neste sentido
Pois é justamente este tipo de atitude que faz o funcionamento de uma administração pública começar a degringolar, como muitos costumam dizer: “É muito Cacique para pouco índio”.


E o culpado por tudo isto? Os trouxas que neles votaram!

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